sábado, 9 de maio de 2015

Artigo de Renato Pastene Pires - Onde está agora o Senhor, Deus de Elias?


Paz a todos! Segue abaixo artigo de amigo Renato Pastene Pires. Para mim é uma honra ter o direito de postar este estudo neste blog. Recomendo a todos que leiam tudo! Foi muito edificante e confortante para mim.
 
Felipe
 
Segue o estudo:

Onde está agora o Senhor, Deus de Elias?

 
“Tomou o manto que Elias lhe deixara cair, feriu as águas e disse: Onde está o Senhor, Deus de Elias?”

 2 Reis 2.14

 
Elias não estava mais ali. Porém, para Eliseu, a questão principal não era essa. O que mais importava para Eliseu não era onde Elias estava, e sim onde estava o Deus de Elias. Isto é excelente. O Senhor deseja pessoas cujo interesse maior está em saber onde Ele está.

Honrar os pais espirituais é conhecer e amar o Deus que eles serviram. É encontrar intimidade com a Fonte que eles conheceram e prosseguir ousadamente na caminhada que eles iniciaram. Os filhos espirituais de Elias precisam ir até o Deus de Elias. Precisam almejar conhecer este Deus profunda e pessoalmente. Ele é a Fonte do Espírito Profético que repousou sobre Elias.

Eliseu sabia que poderia prosseguir sem Elias, mas não sem o Deus de Elias. Ele sabia como era andar ao lado de um homem que andava com Deus, agora precisaria acelerar o passo para acompanhar o próprio Senhor.

É interessante que Eliseu desejou saber “Onde está o Senhor”. Ele não procurou apenas saber onde o Senhor estava geralmente, e sim onde Ele estava exatamente naquele momento. Como ensina Rick Joyner 1, para andar com Deus é necessário segui-Lo no momento presente - não apenas andar nos caminhos que o Senhor andou, mas andar “agora” com Deus.

Quando o Senhor Jesus convidou Mateus para andar com Ele, Mateus precisou abandonar imediatamente o que estava fazendo e seguir a Jesus. Quando o Senhor o chamou, Mateus “se levantou e o seguiu” 2. Ele e os outros discípulos tornaram-se amigos do Senhor porque O acompanharam onde Ele estava. A amizade com Deus é adquirida quando andamos com Ele.

Jesus falou aos discípulos: “tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer” 3. Aqueles amigos de Jesus ouviram os segredos do Pai porque andaram com o Senhor. Aqueles que andarem com Deus saberão o que Ele está fazendo e ouvirão o que Ele está falando.

Conforme ouvirmos as palavras do Senhor, profetizaremos. O profeta Amós indaga: “Rugiu o leão, quem não temerá? Falou o Senhor Deus, quem não profetizará?” 4. A palavra do Senhor sairá de nossa boca como o rugido de um leão, pois Aquele que é o Leão de Judá falará conosco intima e soberanamente.

Assim será a Geração Elias. Composta de amigos do Senhor, pessoas que andam com Ele, O conhecem e profetizam.
 

Autoridade ao se andar com Deus
 
Quando os filhos dos profetas viram que o Deus de Elias estava com Eliseu, eles “vieram-lhe ao encontro, e se prostraram diante dele em terra” 5. Aqueles homens estavam decididos a seguir a pessoa que portasse o Espírito Profético.

Ao contrário do que muitos pensam, estes grupos de profetas eram formados por homens experimentados em revelações espirituais. O discernimento profético deles era tão aguçado que quando Eliseu seguiu Elias em sua última jornada, ao passarem por Betel e Jericó, as escolas de profetas de tais cidades já sabiam (por revelação) que Elias seria levado naquele mesmo dia por meio de um arrebatamento 6. Dificilmente uma pessoa ousaria dizer que determinada pessoa seria arrebatada, sem que fosse experimentado em revelações e discernimento espiritual, quanto mais dizer o dia exato deste arrebatamento.

Estes homens proféticos sabiam que aquele que recebesse o Espírito Profético estaria recebendo autoridade. Eles não demoraram para reconhecer esta autoridade em Eliseu. Da mesma maneira, aqueles que receberem o Espírito Profético de Elias receberão autoridade do Senhor. É autoridade para mover nos Céus e na Terra!

Os filhos espirituais de Elias crescerão em autoridade à medida que andarem com o Senhor. Todos que aprenderem a penetrar a Presença do Senhor e andar com Ele receberão autoridade espiritual da parte de Deus. Porém é necessário aprender a permanecer Nele por meio do amor e da humildade, para que esta autoridade não se torne maléfica.

Pessoas que recebem autoridade podem tirar sua atenção do Senhor e olhar para a possibilidade de se promoverem por meio da autoridade recebida. Tais pessoas correm o risco de tornarem-se controladoras e orgulhosas, produzindo mais divisão, discórdia e carnalidade do que o bem.

É por essa razão que todos que são chamados a receber autoridade precisam do quebrantamento e treinamento do Senhor. O rei Davi é um exemplo claro. Antes de assumir o reino sobre a tribo de Judá e posteriormente sobre Israel e Judá7, ele foi duramente treinado pelo Rei dos reis. Por meio de perseguições, rejeição, solidão e tristeza, foi preparado para a autoridade tão sublime que recebeu. Ainda assim pecou e liberou um grande mal, contudo o bem que produziu prevaleceu.

É pela graça do Senhor que se recebe o Espírito Profético, e o Senhor confiará tal graça aos humildes. Conforme Tiago afirma: “Deus resiste aos soberbos, masgraça aos humildes” 8. Andar com Deus fica impossível aos soberbos, portanto a Geração Elias será chamada por Deus para a preparação no deserto. É no lugar difícil e solitário que serão preparados.

O deserto é o lugar certo para o fortalecimento espiritual. A Bíblia diz que João Batista “crescia e se fortalecia em espírito. E viveu nos desertos até ao dia em que havia de manifestar-se a Israel” 9. Era ali sozinho, no calor do deserto, em meio aos perigos, que João tornou-se um poderoso profeta no espírito de Elias. Assim será também com todos que forem chamados a receberem o Espírito Profético de Elias!

1Rick Joyner – fundador e presidente do ministério profético MorningStar na Carolina do Norte – EUA.

2Mateus 9.9

3João 15.15

4Amós 3.8

52 Reis 2.15

62 Reis 2.3,5

72 Samuel 5.3-5

8Tiago 4.6 - Provérbios 3.34

9Lucas 1.80

 

domingo, 29 de junho de 2014

Artigo de Renato Pastene Pires - A Oração Contemplativa



Desejo a paz aos irmãos. Segue abaixo mensagem do querido e profético irmão Renato Pastene Pires, um estudo profundo e enriquecedor, chamado "A Oração Contemplativa". Para mim é uma honra ter o direito de postar a mesma neste blog. 
Felipe

Segue o estudo:
 

A Oração Contemplativa

A oração contemplativa é a espécie de oração que está fundada na percepção e revelação do Senhor por meio dos olhos espirituais. Nela o cristão vê o Senhor com os olhos do coração, podendo crescer no conhecimento Dele e desfrutar de Sua intimidade. Tal prática está sendo restaurada para os filhos e filhas de Deus.
Jim Goll1, no livro “O Poder Profético da Visão”, define: “A oração contemplativa diz respeito à busca por intimidade com Deus”. E diz: “Falamos aqui sobre uma prática cristã antiga que não é muito conhecida nem muito praticada na maioria das fileiras evangélicas e carismáticas de hoje, mas que o Espírito de Deus está restaurando para todo o corpo de Cristo”.
Nas Sagradas Escrituras podemos observar algumas pessoas que praticaram a oração contemplativa. Dentro da Antiga Aliança, uma pessoa que avançou grandemente nesta prática foi Moisés. Ele permanecia diante do Senhor e contemplava Sua glória de maneira tal que “a pele do seu rosto resplandecia”2 e os filhos de Israel “temeram chegar-se a ele”3.
Nós cristãos – que pertencemos a Nova Aliança – somos chamados a coisas ainda mais profundas, pois estamos no “ministério do Espírito”. Nas palavras do apóstolo Paulo: “… se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, como não será de maior glória o ministério do Espírito!”4.
Dentro da Nova Aliança podemos contemplar a glória de Deus na face de Cristo. Em 2 Coríntios 4.6, lemos: “Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo”. Por meio do Espírito temos os olhos do nosso coração abertos para o “mistério de Deus, Cristo, em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos”5.
Eu e você somos chamados pelo Pai a praticar a oração contemplativa. É um chamado para a intimidade com o coração de Jesus. Abra sua vida, para descobrir as riquezas do amor do Pai na pessoa de Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador.

Profetas e místicos cristãos

Na história cristã existiram pessoas que dedicaram suas vidas a conhecer a Deus por meio da oração contemplativa. Essas pessoas abraçaram períodos de solidão e silêncio, para diante de Deus aquietarem suas almas e abrirem-se para as realidades espirituais.
Dentre estes, alguns foram chamados de místicos. Esse é um termo um tanto inusitado para muitos hoje, contudo foi bem conhecido no passado – principalmente na Idade Média. Referia-se a pessoas que experimentavam experiências “místicas” (sobrenaturais) com Deus. Temos muito que aprender com alguns deles.
Jim Goll, um mestre profético da atualidade, passou por algumas experiências que julgo ser importante relatar aqui. Ele diz:

Certa noite, em 1991, tive um sonho que não compreendi (acontecimento que não é, de forma alguma, incomum em minha vida). A voz do Senhor disse-me: Eu revelarei para você as correntes secretas do profético […] Quando compartilhei com Marcus6 meu sonho, bem como minha interpretação do sentido desse sonho, ele disse: “Não, seu sonho não foi sobre isso. O Senhor revelará para você as correntes secretas do profético por meio dos pais do deserto e dos místicos cristãos”.

Jim Goll diz ainda:

Em uma ocasião similar, estava deitado no chão, passando algum tempo sobre o carpete depois que Mahesh Chavda7 orava por mim. Enquanto estava ali deitado, tive a visão de um barril de madeira pequeno. Ao olhar para essa imagem no espírito, pensei: “Isso não pode ser proveniente de Deus”. A seguir, enquanto continuava a olhar, percebi que o barril estava sob o pescoço de um cão enorme – um São Bernardo, na verdade. À medida que continuava a olhar essa visão interativa, o cão enorme chegou bem próximo de mim e fixou os olhos em minha face. Pensei: “O que é isso?”. Nesse exato momento, as palavras entraram em minha mente: “Eu o apresentarei à vida de Bernardo de Claraval”. Jamais ouvira falar nessa personagem. Só mais tarde fiquei sabendo que se tratava de um monge do século 12 bastante familiarizado com as formas da oração contemplativa que caminhava com Deus e desfrutava de grande intimidade com o Senhor”

Gostaria agora de citar alguns destes místicos cristãos, para nos inspirar a vida de devoção e intimidade com o Amado Jesus.

Nicholas von Flue

Também conhecido como irmão Klaus, foi destacadamente dedicado à busca de Deus. Desde jovem, desenvolveu uma vida de intimidade com o Senhor. Dedicava-se à oração contemplativa e demostrou haver recebido de Deus um poderoso dom profético.
Sobre seu chamado profético, fala Rick Joyner: 

“O Irmão Klaus tinha dom tal de palavra de conhecimento que pessoas de toda a Europa central faziam peregrinações para visitá-lo para conselho, inclusive papas. Frequentemente ele sabia que alguém estava vindo e enviava uma palavra via mensageiro para lhes dar a resposta que estavam procurando, poupando-lhes da difícil jornada pelas montanhas para chegar a ele. Isso foi nos anos 1400s, e até hoje a sua pequena casa é visitada por um fluxo contínuo de peregrinos, o que inclui quase todos os papas. Ele era iletrado e viveu em um tempo em que até ser pego com uma Bíblia poderia levar à execução. Ainda assim, tinha uma noção incrível dos ensinamentos da Bíblia e conhecia os caminhos de Deus, maior parte dos quais aparentemente recebendo durante seus longos períodos de isolamento para buscar ao Senhor”8.

Hildegarda de Bingen

Conta-se que desde muito cedo Hildegarda tinha visões. Na sua infância e adolescência experimentava frequentes revelações do Senhor. Nos anos seguintes seu ministério profético iria desenvolver-se amplamente, sendo requisitada por muitos líderes e profetizando para papas, bispos e imperadores. Veja as próprias palavras de Hildegarda, sobre algumas de suas visões:

sucedeu [...] quando eu tinha quarenta e dois anos e sete meses, que os céus se abriram e uma luz ofuscante de excepcional fulgor fluiu para dentro de meu cérebro. E então ela incendiou todo o meu coração e peito como uma chama, não queimando, mas aquecendo…”9

“Ao vê-lo [Jesus] senti todo meu ser infuso de um perfume balsâmico. Então exultei com alegria imensa, e desejei permanecer na sua contemplação para sempre”.10 (Em negrito, acréscimo explicativo do autor).

Explicando suas experiências, ela falou: “Não tive as visões em estado de sonolência, nem dormindo, nem em êxtase, nem por meus olhos corporais ou por meus ouvidos humanos exteriores; eu não as percebi em lugares escondidos, mas é estando acordada que eu as vejo com meus olhos e com minhas orelhas humanas, interiormente; simplesmente, em espírito, eu as recebo em lugares abertos, segundo a vontade de Deus”11.

Hildegarda escreveu muitas obras. Entre elas existem três obras teológicas, ensinos sobre ciências naturais, músicas e poesias, além de centenas de cartas. Há amplo relato de suas visões e experiências registrado. Contudo, de fato, seus escritos não são conhecidos do público em geral. Sem dúvida seria ótimo que pesquisadores e estudantes examinassem e utilizassem suas obras, devido ao poderoso cunho profético encontrado nelas.

Oração contemplativa e o espírito de Elias

Propositadamente citei aqui duas pessoas com dons proféticos excepcionais, para enfatizar a relação que a oração contemplativa e a visão têm com o Espírito Profético. Aqueles que se moverem no Espírito Profético verão e compreenderão realidades que estão encobertas para a mente natural, por mais que esta seja dotada de eximia inteligência.
Contudo, o interesse maior dos filhos e filhas do Pai celestial não estará naquilo que se poderá aprender da sabedoria de Deus, mas principalmente em conhecê-Lo íntima e profundamente. O alvo será a face e a pessoa de Jesus, no qual estão escondidos “todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento”12.
O profeta Elias, como foi falado, desbravou de tal maneira a visão da realidade espiritual que podia dizer com autoridade que estava perante a face do Senhor13. Aqueles que se moverem no espírito de Elias igualmente verão a glória de Deus e aprenderão os caminhos da contemplação espiritual.

1 Jim Goll – mestre profético da atualidade. Fundador do Heart of David Correspondence School e co-fundador do Encounters Network.
2 Êxodo 34.29
3 Êxodo 34.30
4 2 Coríntios 3.7 e 8
5 Colossenses 2.2-3
6 Um amigo do autor.
7 Mahesh Chavda – líder do ministério apostólico Chavda Ministries Internacional.
8 Palavra para a semana: Preparados para os tempos, parte 13. Traduzido por Felipe Rudiuk e postado no endereço: http://portoesdacidade.blogspot.com
9 Passagem do livro Scivias de Hildegarda de Bingen.
10 Citação encontrada no livro “Women Writers of the Middle ages” de Peter Dronke.
11 Passagem do livro Scivias de Hildegarda de Bingen.
12 Colossenses 2.3
13 1 Reis 17.1

OBS: Este estudo é um trecho do capítulo 7 do livro “Geração Elias e o Espírito Profético” que, pela bondade de Deus, publiquei pela Editora Semente.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Palavra para a Semana n° 06 (2014)




Verdadeira Autoridade Espiritual
A Grande Comissão, parte 06

Semana 06, 2014
Rick Joyner

Do original:


Quando o Senhor sentiu compaixão pelas ovelhas sem pastor, Ele se tornou seu Pastor. Quando sentiu compaixão pelos que viviam nas trevas, se tornou Seu mestre. Toda verdadeira autoridade espiritual está fundada no amor. Saberemos o lugar de nosso chamado e destino quando sabemos que o amor de Deus foi derramado amplamente em nossos corações.

Deus nos criou antes da fundação do mundo, e por esta causa Ele que colocou em nós os desejos de nossos corações. Jesus ensinou que águas vivas vêm do “ser interior” do coração. Assim, nosso propósito – aquilo para o qual fomos criados – está conectado com os desejos mais profundos de nossos corações. Entrar em contato com estes desejos mais profundos é crucial para que se abra as fontes de água viva que Ele colocou dentro de nós. Quando aberto, este poço começa um fluir que nunca precisa parar.

Regularmente, as pessoas me pedem para as mentorear. Eu aprecio este pedido e considero uma grande honra ser solicitado. Porém, nunca aceito este papel a não ser que o Senhor me dê um amor especial por esta pessoa. As águas vivas que tenho para elas devem vir do “ser interior”, do contrário não teria nada mais para lhes dar do que princípios. Estes podem ajudar, mas estão muito aquém do que é devido para o tipo de discipulado ordenado pela Grande Comissão.

Amamos muito a nossos filhos naturais, e por isso ficamos muito felizes que excedam em muito o que fizemos. Oramos sinceramente por isso. Deve ser o mesmo ou ainda mais para nossos filhos espirituais. Se eu mentorear alguém, eu genuinamente quero que vá mais longe e faça melhor do que eu. Se estiver mentoreando por ser meu trabalho, então eu sou apenas um contratado.

O mesmo é verdade quando somos chamados a discipular uma nação. Saberemos que é o Senhor nos chamando quando temos Seu amor por aquela nação. Porém, devemos entender como o Seu amor está acima do amor humano. Qual é a diferença, e como podemos distinguí-lo? Se temos de fazer essas perguntas, então provavelmente ainda não sentimos o Seu amor cursando em nós. O Seu amor é diferente da simpatia, atração ou união humanas. Por mais que eu procure usar bem as palavras, não consigo colocar em palavras. Você deve experimentá-lo.

Como experimentamos isso? Começamos pedindo a respeito. Em João 17, o Senhor Jesus orou para que o amor com que o Pai O amava estivesse em nós. Podemos ter certeza que o Filho de Deus terá suas orações respondidas. Assim, sabemos que haverá seguidores de Cristo, andando sobre a terra, com o mesmo amor do Pai. Devemos continuamente orar para que sejamos um destes.

Amor é o alicerce de autoridade espiritual, e por esse motivo amor está conectado à unção. Uma das minhas histórias favoritas é sobre um amigo meu que era terrível em matemática. Ele a odiava, até a sétima série. Então, ele se deparou com uma professora de matemática que tinha paixão por matemática. O amor dela por matemática era contagioso, e por isso todos os alunos receberam este amor. Meu amigo subiu de ser um aluno de notas na faixa de 4 [NT: notas “D”] para acima de 8,5 [NT: notas “A”]. Até hoje, ele ama fazer cálculos matemáticos complexos como recreação. Esta professora era ungida! Mestres ungidos não simplesmente transmitem informação a respeito de suas matérias. Eles incutem amor por suas matérias, porque estão servindo águas vivas de seus corações.

[permissão para tradução gentilmente concedida pelo ministério MorningStar, www.morningstarministries.org]

domingo, 27 de outubro de 2013

Palavra para a Semana n° 40 (2013)




Enxergando o Reino de Deus
A Grande Comissão, parte 40

Semana 40, 2013
Rick Joyner

Do original:

A natureza básica dos governos terrenos não mudou. Governos foram criados para o povo, não o contrário, mas são como um cavalo que quer controlar seu cavaleiro. Se um cavalo consegue controlar seu cavaleiro, vai tentar lançá-lo para fora ou feri-lo. Quando as pessoas perdem controle de seu governo e permitem que o mesmo as controle, da mesma forma se tornará cada vez mais perigoso para o povo. Se não assumirmos um controle forte e decisivo sobre nosso governo, ele assumirá controle forte e decisivo sobre nós.

O governo de Deus, o reino, é diferente. O reino não tende para crescente controle, mas crescente liberdade. Controlará os imaturos para sua segurança, assim como um pai precisa exercer muito mais controle sobre seus filhos novos. Porém, quanto mais velho o filho se torna, menos controle ele precisa. O objetivo do reino de Deus é a maturidade do povo, para que possam lidar com mais da liberdade que libera a natureza básica que Deus deu ao homem – criatividade e iniciativa.

A imagem de Deus na qual o homem foi criado não é que temos mãos e pés como Deus ou uma face como a dEle, mas que recebemos Sua natureza em formas como sermos criativos. Este é o lugar onde o homem tem um relacionamento especial com o Criador. Para haver verdadeira criatividade, precisa haver liberdade. É por isso que o Senhor colocou a Árvore do Conhecimento no Jardim. Não poderia haver verdadeira obediência se não houvesse a liberdade para desobedecer.

Esta árvore não foi colocada no Jardim para levar o homem a pecar, mas era o lugar onde eles provariam seu amor e devoção a Deus, escolhendo obedecer. O primeiro Adão falhou e não obedeceu, mas o “último Adão” prevalesceu, obedecendo em todas as coisas, e por meio de Sua vitória o paraíso será recuperado. À medida em que é recuperado, haverá crescente liberdade. O reino vindouro não vai tirar a liberdade do homem, mas restaurar.

Vemos essa dicotomia entre governos humanos procurando crescente controle e o reino de Deus buscando tornar o homem mais livre. Deus ama o homem, ama a natureza básica que deu ao homem, e a quer liberada. Por causa da Queda, esta natureza básica de Deus, dada ao homem, foi desfigurada, distorcida e pervertida. Porém, à medida que somos libertos de nossa natureza caída, Sua natureza será restaurada em nós, e nos tornaremos mais livres e expressivos.

Esta liberdade abençoa a Deus da mesma forma que abençoa a um pai. Se você falar para seu filho fazer algo para ti, sua obediência o vai agradar. Porém, se fizer algo para você sem você lhes falar, vale muito mais. É por isso que a verdadeira adoração a Deus exige uma livre expressão de adoração.

Mesmo que Deus ordenou governos humanos terrenos para manter a ordem até que Seu reino venha, à medida que o caminho é preparado para Seu reino, haverá crescente conflito entre Seu reino e os reinos deste mundo. Cada vez mais, muitos estarão atrapalhando o caminho de Seu reino. Este conflito é muito da profecia encontrada no Livro de Daniel. Governos humanos que começarem a se alinhar com os princípios de Seu reino vindouro terão muito mais facilidade, mas os que estão se movendo em conflito com Seu reino serão destruídos.

Pessoas cujas vidas estejam em harmonia com o reino vindouro se tornarão mais estáveis, demonstrando a retidão, paz e alegria que são Seu reino. As que estão em conflito com Seu reino vindouro estarão ficando mais trêmulas, temerosas e deprimidas, à medida que toda a humanidade se move para o “Vale da Decisão”. Qual é a trajetória de nossa vida? Qual é a trajetória de nosso governo?

Estas estão se tornando questões críticas. Devemos buscar a Seu reino e nos alinhar com ele. Recebemos um reino que não pode ser abalado, e estamos agora no tempo em que tudo que pode ser abalado está sendo abalado. Paz, estabilidade e alegria serão encontrados somente em um lugar – o reino.

Nossa caminhada cristã é na maior parte pessoal à medida que nascemos de novo e procuramos crescer em Cristo, em termos pessoais. A Grande Comissão é para fazer discípulos de todas as nações, não apenas indivíduos. Já estamos começando a ver muitos crentes se movendo do foco em indivíduos para focar em nações. Esta é evidência de maturidade. Nunca devemos esquecer de trabalhar para a salvação e restauração de indivíduos, porque nações são compostas por indivíduos. Ainda assim, agora é tempo de considerar como podemos fazer parte em ajudar nossa nação a aprender e se alinhar com os caminhos do reino.

[permissão para tradução gentilmente concedida pelo ministério MorningStar, www.morningstarministries.org]

domingo, 13 de outubro de 2013

Palavra para a Semana n° 39 (2013) - Princípios do Reino




Princípios do Reino
A Grande Comissão, parte 39

Semana 39, 2013
Rick Joyner

Do original:
http://www.morningstarministries.org/resources/word-week/2013/great-commission-part-39#.UkhvAH9a_0c

Um dos Pais Fundadores Norte-americanos disse: “O governo que é grande o suficiente para te dar tudo também é grande o suficiente para lhe tirar tudo.” Desde o começo, governos foram formados para controlar o povo e usá-lo para os propósitos da elite. Eles freqüentemente declarariam que faziam assim para o bem do povo, mas você deve ser extremamente ingênuo para não enxergar por meio desta aparência.

Mesmo os melhores governos servem somente aos interesses do povo ao grau em que precisem fazê-lo para manter sua fidelidade. Isso não mudou e não vai mudar até que o reino venha. A natureza básica do governo é que quanto mais ele cresce, mais controlador será, e mais vai tirar das pessoas para servir a seus próprios interesses.

Os Fundadores Norte-americanos acreditavam que um governo poderia existir para o povo e para os interesses do povo, ao invés do povo existindo para os interesses do governo. Isso foi uma idéia radicalmente nova para a época. Tal pensamento nunca foi expresso antes, muito menos testado na prática, exceto de forma marginal pelos antigos Gregos. Esta crença de que o governo poderia ser diferente foi o resultado das influências Puritanas e Moravianas. Estes governos eram dedicados ao ensinamento básico de Cristo de que a autoridade Cristã existia para servir e dar, não dominar e tirar.

Naquele tempo, mesmo Cristãos sinceros não achavam isso prático no “mundo real”, mas era um conceito para quando viesse o reino. Porém, os colonos Puritanos e Moravianos acreditavam que estavam estabelecendo o reino de Deus nos Estados Unidos. Era o propósito deste país refletir o reino vindouro, e dessa forma ajudar a trazê-lo. A opinião geral mundial do experimento Norte-americano foi que era no melhor caso ingênuo, e potencialmente anarquista.

Até mesmo os Fundadores tinham suas dúvidas, também. Sabiam que tal experimento seria difícil de realizar, se não impossível, sem a ajuda de Deus. Se voltaram para Deus, e Deus os ajudou. Deus não fez por eles, pois não é Sua natureza. Ele ajudou ao ponto em que o buscaram e pediram Sua ajuda. Não foi feito perfeitamente, nem o será até que o reino venha, mas a nova forma de governo liberou um poder nas pessoas que o mundo raramente vislumbrou antes – criatividade e iniciativa que cresceu em uma fé que virtualmente qualquer coisa seria possível.

Esta fé em possibilidade alimentou explosões de prosperidade que elevou uma base da população, maior do que qualquer nação já experimentou. Algumas vezes a exuberância ultrapassou a maturidade do jovem país e ciclos de contrações econômicas na forma de recessões e até uma depressão trouxeram correções necessárias, mas a tendência geral era para cima.

Os Estados Unidos têm sido extensivamente estudados por muitas nações, procurando descobrir o que liberou tal iniciativa, criatividade e produtividade. A China na verdade fez um dos estudos mais extensos, e provavelmente um dos mais honestos. Eles tiraram as lições e as aplicaram com extraordinária sabedoria – o fizeram devagar. O resultado foi que estes poucos conceitos básicos alimentaram o milagre econômico que a China é hoje.

A China ainda tem problemas, assim como nós. Porém, não há dúvida de que, quando aplicados, os pontos básicos que foram descobertos e aplicados pelos Pais Fundadores dos Estados Unidos funcionam para indivíduos, países e até mesmo culturas inteiras. São princípios básicos do reino que foram levados à China por Cristãos, assim como foram levados aos Estados Unidos. O Governo Chinês reconheceu isto, e elaboraremos mais neste estudo depois.

Mesmo que estes sejam princípios Cristãos básicos, eles funcionam para qualquer um que os aplicar. Porém, não vão durar sem Cristo. Como os Estados Unidos deu as costas para Cristo, temos também começado a nos afastar dos princípios e valores centrais que são a fonte de nossa prosperidade e força. A tendência para cima se tornou para baixo. Conseguiremos recuperar estes?

Sim. Se o fizermos, os Estados Unidos estão prontos para maiores avanços de poderiam ajudar a elevar todo o mundo. Se perdermos o que descobrimos no início, seremos deixados para trás e eventualmente nos perderemos em uma terrível tirania. Esta é a escolha que estamos fazendo agora mesmo. Da maneira que for, o reino está vindo. As nações que se tornaram discípulas de Cristo serão as que vão preparar o caminho para o reino.

[permissão para tradução gentilmente concedida pelo ministério MorningStar, www.morningstarministries.org]

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Doze Princípios que Salvarão Sua Vida, por Rick Joyner


Estes princípios foram desenvolvidos para ministérios, alguns dos quais foram recolhidos de outros, mas também podem ser aplicados a quase qualquer tarefa ou posição. No Livro de Daniel, lemos que a estratégia básica do diabo contra o povo de Deus, nos últimos dias, seria de desgastá-los (veja Daniel 7.25). Estes princípios podem nos ajudar na oposição a esta estratégia e ficarmos renovados, mantendo uma visão clara, focada.

Principal [sic] n° 1: Você não é o salvador do mundo.

Por que sentimos que devemos fazer mais do que Jesus fez? Ele não curou a todos nem proveu as necessidades de todos. Você não precisa se matar para ministrar a toda possível necessidade; alguém já morreu por elas.

Princípio n° 2: O jugo do Senhor é fácil e Seu fardo é leve.

Você não coloca um jugo para ir dormir, mas para ir trabalhar. Assim, se vamos fazer o trabalho do Senhor, o jugo será fácil de carregar, o fardo leve, e, fazendo assim, teremos nossa alma renovada assim como Ele prometeu.

Princípio n° 3: O jugo das pessoas é difícil e seu fardo pesado.

É por isso que seguradoras enquadram pastores como alto risco. A causa número um de exaustão no ministério, e o desânimo que pode levar a uma queda é quase sempre o resultado de se assumir o jugo das pessoas ao invés do jugo do Senhor. Devemos resistir ao jugo das expectativas humanas se queremos sobreviver.

Princípio n° 4: Para dizer “Sim, Senhor”, você freqüentemente precisa dizer “Não” às pessoas.

Paulo escreveu em Gálatas 1.10, “Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo.” No mesmo nível em que somos controlados pelo desejo de agradar a pessoas ao invés de a Deus, nos afastamos de sermos verdadeiros servos de Cristo. Você não é servo das pessoas – você é servo do Senhor.

Princípio n° 5: Todo grande general escolhe suas batalhas sabiamente.

Nenhum general de êxito permite que suas tropas escolham as batalhas, nem o tempo e lugar para as mesmas. É suprema arrogância que nos levaria a assumir todo projeto ou se envolver em toda causa. Deus resiste ao orgulhoso e dá graça ao humilde, então se você vai fazer assim, não espere Sua ajuda, mas oposição.

Princípio n° 6: Você não pode servir ao Senhor e a seu telefone.

Você desligaria seu telefone se estivesse em uma reunião com o Presidente ou um rei. Desligue seu telefone quando se encontra com o Rei dos reis, quando ora, e nos tempos em que deve se encontrar com outras pessoas mais importantes, como sua família. Não deixe seu telefone ser seu escravo.

Princípio n° 7: Verdadeiro ministério não é construído em torno de consertar problemas, mas, em todas as coisas, crescer em Cristo.

Se começássemos a orar mais sobre propósito do que oramos pelos problemas, não teríamos tantos problemas pelos quais orar.

Princípio n° 8: O primeiro tabernáculo de Davi foi construído por Davi. O segundo tabernáculo de Davi será construído por Deus.

Ele está construindo o segundo agora. Pare de fazer o que está fazendo e comece a fazer o que Deus está fazendo. Firme em seu coração que a vida Cristã não é difícil – é impossível. O que é impossível para o homem é fácil para Deus. O Senhor nunca quis que você vivesse por Ele, mas que Ele vivesse por meio de você. Ele sustenta o universo com Seu poder, e pode lidar com qualquer coisa em nossa pequena vida ou ministério.

Princípio n° 9: Você não vai consertar em uma hora de aconselhamento o que levou anos para construir.

Maioria das pessoas não vêm a você para aconselhamento, mas para sua atenção, simpatia ou concordância. Se não estão já fazendo algo sobre seu problema, você provavelmente não irá conseguir ajudá-las. A lei básica da inércia é que você não consegue direcionar algo que não esteja já se mexendo.

Não desperdice seu tempo aconselhando alguém que não seja dedicado a oração. Não desperdice seu tempo aconselhando alguém que não seja fiel no dízimo.

Princípio n° 10: As pessoas não te perseguem pelo que disse, mas pelo que pensam que disse.

As pessoas distorciam as palavras de Jesus e dos apóstolos assim como as Escrituras. Você se desgastará se procurar consertar isso.

Princípio n° 11: As emergências que têm de receber cuidado imediato podem normalmente esperar aproximadamente um dia, e freqüentemente mais.

A “tirania do imediato” te matará rapidamente. O que é um problema simples para algumas pessoas é uma fatalmente ameaçadora emergência aos temerosos. Se você se permitir ser controlado por tais medos, não vai durar muito.

Princípio n° 12: Ansiedade é o pecado do orgulho.

Ansiedade é o resultado do supremo orgulho que pensa que nossos problemas são grandes demais para Deus, então precisamos cuidar deles. Lemos repetidamente nas Escrituras que Deus resiste aos orgulhosos, mas dá Sua graça aos humildes, Lemos em I Pedro 6.5 o que devemos fazer: “Humilhai-vos debaixo da poderosa mão de Deus, para que Ele os exalte a seu tempo, lançando toda sua ansiedade a Ele, pois ele cuida de vós.” Deus dá Sua graça aos humildes, então isso é algo que devemos sempre buscar fazer. Aprendemos a fazê-lo das seguintes formas: 1) Permitindo Ele determinar quando nos promover e 2) lançando nossa ansiedade diante do Senhor.

Sumário

Alguns dos maiores pastores, evangelistas e mestres possivelmente de todos os tempos estão vivendo nestes tempos. Ainda assim, como um todo, a visão e poder da igreja estão minguantes. Não é para ser assim, e não precisa ser assim. Provérbios 4.18 diz: “Mas o caminho do justo é como a luz da aurora, que brilha mais e mais até a plenitude do dia.” Esta é a vida Cristã normal se permanecermos no “caminho dos justos”, isto é, o caminho correto. Esta também deve ser a norma de nossa liderança Cristã. Se nossa vida ou ministério não estão se tornando cada vez mais brilhoso, então nos afastamos do caminho correto. Maior parte desses afastamentos vêm de se violar um dos doze princípios listados até aqui.

Para parafrasear C.S. Lewis, “O caminho errado nunca se torna o caminho certo. Se estamos no caminho errado, devemos voltar para onde erramos a curva.” Jesus disse que os grandes líderes eram os que eram servos de todos, mas isso não quer dizer que devemos nos tornar escravos dos desejos das pessoas. O mesmo povo que estava clamando “Hosana!” um dia estava apenas cinco dias depois clamando “Crucifica-O!” Se você seguir o povo, pode estar um dia seguindo a Deus e outro o diabo.

A princípio, estes princípios podem parecer anti-pessoas, até mesmo desconsiderando o mandato e responsabilidade básicos para cuidar do povo, mas o oposto é verdade. Há uma diferença entre se importar com o povo, guiando-os corretamente, e ser guiado pelo povo.

Quando as pessoas foram tornar Jesus Rei, Ele fugiu para as montanhas. Devemos aprender a fazer o mesmo. Se o povo te tornar rei, então as pessoas vão reinar. Jesus recebeu Sua autoridade de cima, não das pessoas. Da mesma forma todos que são seus verdadeiros servos.

Jesus é o modelo para ministério Neo Testamentário. Jesus nunca respondeu a necessidades humanas – ele apenas fez o que viu o Pai fazendo. Ele tinha compaixão pelas condições das pessoas, mas não fez nada sem direção do Pai. O mesmo é verdade para Seus verdadeiros servos. Servir ao Senhor é uma árvore de vida. Servir a necessidades te matará prematuramente, e o Senhor não considerará martírio, mas suicídio.

Virtualmente toda semana, alguns em nossa congregação querem que a igreja se engaje em uma causa ou batalha na qual estejam inseridos. Eu tento sempre estar aberto, mas procuro ao Senhor para direção clara antes de assumir a qualquer uma delas. Se não fizer isso, não tenho dúvidas de que teríamos nos desintegrado como igreja muito tempo atrás.

Quase toda semana ao menos um líder Cristão influente entra em contato comigo para me envolver em suas causas e batalhas. A maioria são amigos muito bons, e como bom amigo eu sempre quero estar disposto a ajudar. Apesar dessas serem causas ou batalhas muito dignas, eu preciso receber ordens somente do Rei. Apesar de eu querer muito responder positivamente a cada um, se eu aceitasse somente uma fração deles, não teria tempo para oração, família, ou meus próprios compromissos.

Recebi uma comissão do Senhor. Ouvi dEle que quão mais perfeitamente obedecesse a Ele, mais pessoas eu deixaria bravas. Ouvi que se eu fizesse Sua vontade, sempre teria algumas pessoas enfadadas à minha volta. Percebo que ainda que eu possa ter excedido em tornar as pessoas bravas, e sempre temos um grande número de pessoas enfadadas à volta, isso não quer necessariamente dizer que eu tenha obedecido perfeitamente. Porém, pesquise as Escrituras e a história e veja se não é este o caso com aqueles que obedeciam ao Senhor.

Devemos também ter em mente que estamos servindo aos filhos do próprio Senhor, e esta é a maior responsabilidade que podemos receber nesta vida. Devemos sempre tratá-los com a dignidade e respeito que os filhos do Rei dos reis merecem, mas recebemos nossas ordens do Pai deles, não deles, senão não vamos servi-las como devemos. Se queremos ficar no caminho correto, devemos ouvir a voz pequena e suave do Senhor mais alto do que o clamor do povo.


Fonte: Journal do Ministério MorningStar, Junho/2013, págs 36-39: Twelve Principles That Will Save Your Life.
Permissão para tradução muito gentilmente concedida por  www.morningstarministries.org. Este texto não pode ser usado comercialmente, direta ou indiretamente.